sábado, 21 de janeiro de 2012

Releitura etílica


Releitura etílica do Poema "E do meio do mundo prostituto
Só amores guardei ao meu charuto!" do Álvarez de Azevedo:



E do meio deste mundo de araque
Só amores guardei ao meu conhaque!
E que viva o beber que embriaguia
As alucinações da cabeça encharcada!
E que viva o Wihysk que regalia!
Viva e se entorna vodka tridestilada
Onde's emabala a viagem calorosa!
Viva a taça cheia e virtuosa
Cante o louco febril á todo momento
Hinos de sangue aos sóbrios estúpidos
Entorpeça-se na agonia do pensamento
Cubra a fronte com chapéu e sai do caminho
Que eu minha harpa votei ao afogamento
Só peços inspirações ao meu vinho!

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