
Toda a noite acordava suando frio
a mão tremendo, procurando o copo d'agua
ao lado da cama
o suor escorrendo pelo rosto...calafrios...
estranha sensação...
medo daquilo que não se conhece
o vazio do ser
as coisas seguiriam assim...eternamente
o grilo da consciência estava morto
fora crucificado com alfinetes
Levantar e caminhar na escura noite....
talvez acender um cigarro...
sentar no vaso...pensar sobre a vida e defecar
Esperar a mente fazer uma pausa
curvado..olhando pro chão...
sentido-se miseravelmente humano
sem forças para não ser aquilo que estava se tornando
vazio...estranhamente vazio...felizmente vazio...tristemente vazio
sabia que já estava feito...e a confusão seria sua eterna amante
deixaria seguir assim o rumo da vida...
ansioso...esperando que tudo aquilo acabasse...e a escuridão
fosse só escuridão...
Olhar os velhos livros e ler neles o que outros escreveram
compreender...que as coisas eram assim...
em algum momento...teria que perceber
que o mundo ...as pessoas..eram aquilo que eram...
sem maior brilhor...ou fantasia!
PS:aos meus fiéis leitores...comunico que voltarei a rascunhar poesias com mais frequência.
quero ver mais atualizações por aqui. :)
ResponderExcluirótimo poema estou alucinado com as cores do seu blog.... Parabéns bem planejado e projetado...
ResponderExcluiruau, brow.. mto doido.. hehe
ResponderExcluirmanda bem com as palavras.. deve ser um cara bem excentrico.. heheh curti..
depois passa lá: http://culturapoperudita.blogspot.com/