Sentado á mesa, a camisa negra, os cabelos grisalhos, e um copo de conhaque na mão. O homem observa o nada. Olha atentamente e com vigor para algo que não existe. O expectador mais comum ficaria na expectativa de descobrir, o que consumia aquele olhar.
Já eu, acostumado a observar, concluo que o homem olha o nada. E por mais ridículo que tal afirmação possa parecer, é esta a mais verdadeira, porque este o homem sou eu.
Estou ali naquela mesa, vendo aquilo que não se pode ver. E concluo que não se pode ver, porque não existe. Mas ainda assim eu consigo sem fechar os olhos, o nada enxergar. Não é colorido, não é negro, não é transparente, é único e simplesmente o nada.
Dou-me o privilégio deste exercício varias vezes. Acho o inútil, porém tão necessário. È um vício tal qual este copo de aguardente com gengibre que sorvo neste momento. Vejo o nada em sua beleza mais esplendida. Sua face contra minha face. Cara a cara.

Seu louco!
ResponderExcluirCara!Isso ai lembra as minha aulas de metafísica!
ResponderExcluiracabou com a minha visão esse layout
ResponderExcluirESTOU FICANDO LUNATICO COM SEU BLOG ACHO QUE TOMEI COGUMELO!
ResponderExcluirgostei muito do seu blog do banner, tou te seguindo se me seguir de volta ficarei feliz :)
ResponderExcluirhttp://blogtatudodominado.blogspot.com/
Surrel, psicodélico, em outras palavras..."nóiado", gostei. Quero dois pra mim, um pra mim e outro pra minha irmã.
ResponderExcluirVocê me faz lembrar o chapeleiro louco, só que com mais formalidade...E aí quando vai ser seu desaniversário?
Serei teu seguidor:
cabramachotche.blogspot.com, quem sabe eu poso ganhar um cogumelo? Mas só quero se for do verde, o vermelho só faz crescer! (mário brós)
Abraço.